sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Matt Barlow de volta ao Iced Earth


Jon Schaffer anunciou no site oficial do ICED EARTH a volta de Matt Barlow à banda, substituindo Tim "Ripper" Owens.

O comunicado oficial segue abaixo:

"Olá, queridos amigos!

Novamente os ventos da mudança sopram sobre nós, e desta vez posso dizer que estou muito feliz com o resultado. Durante a tour pela Europa tive várias conversas com muitos fãs leais do ICED EARTH. Um assunto comum nestas discussões foi sobre o quanto Matt fazia falta. Eu concordo com os fãs que as coisas já não eram mais as mesmas e que aquele foi um período muito especial na história do ICED EARTH.

Quando soube, alguns meses atrás, que Matt estaria envolvido em um projeto musical novamente, pensei em falar com ele e saber quais eram as suas intenções. Não fiz isso de imediato porque estava focado na composição de um novo épico e, sinceramente, parecia bom demais para ser verdade.

Depois de voltar à estrada e falar com muitos de vocês diretamente, decidi ligar para Matt, saber como ele estava, e se estava interessado em trabalhar conosco novamente. Tenho orgulho de dizer que ele está de volta ao ICED EARTH e que estará de volta aos estúdios muito em breve.

Matt cantará na segunda parte do CD conceitual "Something Wicked" e esperamos sair em tour e fazer uma série de shows do mesmo nível dos melhores da história da banda. E haverá gravações para um DVD cobrindo este período, algo que sempre esperamos.

Quero que todos saibam que foram vocês os responsáveis por tornar isto realidade. Tenho sentido falta da presença de Matt no palco e na minha vida pessoal pelos últimos anos, então agradeço a vocês por sua honestidade nas nossas conversas. Elas me ajudaram na decisão de levar isso adiante. Os fãs pediram e nós atendemos!

Vocês, fãs de verdade, sabem que vou direto ao ponto, falo o que penso e penso o que falo. Saibam que valorizo muito a sua opinião, e acreditem que esta foi uma decisão que veio do coração e foi motivada por nada além do que sentimos ser o melhor para o ICED EARTH. As coisas sempre foram tratadas desta forma, fossem boas ou ruins, mas sempre com honestidade e do coração.

Tim Owens é um maravilhoso e talentoso vocalista e eu desejo a ele o melhor em seu futuro pessoal e profissional.

Haverão mais novidades em breve sobre o desenrolar disto e os planos para o futuro. Isto irá atrasar um pouco a segunda parte do CD. Não porque não estejamos prontos para gravar no prazo previsto, mas devido a novidades que chegarão à família de Matt no início de 2008!

Estou muito orgulhoso em informar que o ICED EARTH está realmente DE VOLTA!

Tenham um ótimo final de ano.

Aguardem mais detalhes muito em breve.

Jon Schaffer"

Cradle Of Filth: "transitamos entre dois gêneros"


No gênero do Dark Metal, o CRADLE OF FILTH já se tornou um nome extremamente forte e, aos poucos, o grupo esteve se infiltrando em todo o resto do mundo do Rock. A revista Metal Hammer os definiu como a banda britânica mais bem sucedida de "British Metal" desde o IRON MAIDEN, e seu álbum de 2004, "Nymphetamine", foi indicado para um Grammy.

Formado em 1991, o CRADLE OF FILTH criou sua marca registrada ao colocar ritmos bastante pesados sobre arranjos orquestrados e também ao adicionar vozes femininas angelicais em contraste com os vocais baixos, gritos e grunhidos do vocalista Dani Filth.

Filth e seus companheiros de banda - os guitarristas Paul Allender, Charles Hedger, o baixista David Pybus, a cantora de apoio Sarah Jezebel Deva, e a tecladista e o baterista contratados Rosie Smith e Martin Skaroupka- entrelaçaram as duas características ainda mais no "Thornography" (Roadrunner). Eles estão atualmente atravessando os Estados Unidos, na tour "Viva La Band", com o GWAR, CKY e o VAINS OF JENNA.

Filth esteve cercado por música desde seus tempos de infância, já que seu pai era um ávido colecionador de discos. Ele chegou a tocar violino, mas nunca se sentiu competente para tal, então, Filth largou o instrumento quando ainda estava no colégio.

"Meus amigos na escola curtiam Metal e quando eu comecei a conhecer o estilo, disse pra mim mesmo 'wow! Tenho toda uma nova área a ser descoberta!'. Ele se encaixava com as coisas que eu gostava, como filmes de terror e literatura, tudo conectado", disse Filth.

Aos 14 anos, ele começou a cantar em bandas na escola. Depois de encontrar músicos com interesses similares, ele formou o CRADLE OF FILTH, deixando de lado seus planos relativos ao colégio e à carreira de jornalista, e mergulhando de vez na música.

A namorada de Filth (atualmente sua esposa) tinha dois empregos, de forma que ele pôde dedicar-se integralmente ao CRADLE OF FILTH. "Estamos em algum lugar próximo ao topo, eu espero", Filth comentou a respeito do espaço que o CRADLE OF FILTH ocupa no cenário musical atual. "Eu gosto de pensar que, como banda, nós transitamos entre dois gêneros diferentes, e unimos dois tipos diferentes de pessoas, tal como o Iron Maiden e o Misfits fazem. Eu acho muito legal que alguém possa ouvir uma banda que não seja exclusivamente uma coisa ou outra".

As músicas estão, normalmente, quase completas, quando Filth escreve suas letras. Ele acha sua inspiração nos filmes de terror (principalmente os góticos, e não tanto os mais violentos e 'gore'), literatura e na região da Inglaterra em que vive, que tem reputação de ser mal assombrada. E, diferente de algumas bandas que fazem um estilo parecido com o do Cradle, o humor nunca tem vez.

"Eu acho que nós podemos estar cometendo um erro por sermos ligeiramente sarcásticos pois somos pessoas de carne e osso e o sarcasmo inglês é natural. Mas humor não entra nas letras. Qualquer artista pode se expressar à parte de sua produção artística e não é tudo tão complicado conosco, é nossa válvula de escape. Nós temos aquilo que fazemos, e estamos felizes com isso", disse Filth.

Bruce Kulick: “saudades de tocar com o Kiss”


O guitarrista Bruce Kulick concedeu com exclusividade uma breve entrevista antes de subir ao palco do Ópera 1, em Curitiba, para executar clássicos de toda a carreira do KISS. Mesmo sem muito tempo, o músico foi atencioso e opinou sobre o público brasileiro, a banda que acompanhou nos shows que realizou no país e afirmou que gostaria de voltar ao grupo de Gene Simmons e Paul Stanley.

Como foi a turnê brasileira?

Bruce Kulick: "Foi bem legal. É divertido tocar longe de casa e ver que existem fãs apaixonados. O Brasil é um país que tem um sentimento diferente".

Gostaria de voltar a tocar com o Kiss?

Bruce Kulick: "Eu sinto saudades de tocar com o Kiss, mas não posso ficar esperando o telefone tocar. A época foi muito boa. No festival 'Monsters of Rock', que participamos no Brasil, foi muito bacana. O show está marcado na nossa carreira. Não sei quando pode acontecer. Eles estão felizes com a formação atual".

Qual sua opinião sobre o fato de o KISS voltar a usar as mesmas maquiagens com integrantes diferentes?

Bruce Kulick: "Eles precisam tocar com as maquiagens por causa dos fãs. É o jeito que encontraram para satisfazer a vontade que público tem de ver a banda como era no início".

Qual o disco do KISS com sua participação você mais gosta?

Bruce Kulick: "É o 'Revenge'. Tem grandes canções e é muito bem tocado. Todos os álbuns são importantes, mas o 'Revenge' tem um ótimo som e demonstrou uma evolução".

Como está o trabalho paralelo (ESP) com o baterista Eric Singer?

Bruce Kulick: "Gosto muito do nosso projeto. Vamos continuar tocando juntos. Nossa agenda tem shows marcados".

O que você achou da banda (Mundo Cao) que esteve ao seu lado na turnê brasileira?

Bruce Kulick: "Os integrantes são bem afinados. Gostei dos arranjos que fizeram para as músicas do Kiss. O resultado foi bom. Tivemos pouco tempo para ensaiar".

O KissKillers.Oficial publicou fotos das apresentações de Bruce no Brasil, confira no link abaixo:

http://kisskillers.oficial.sites.uol.com.br/kulickbrasil.html

Entrevista por: André Molina
Fonte: www.whiplash.net

Scott Weiland poderá pegar um ano de prisão


Segundo a TMZ.com, o frontman do VELVET REVOLVER, Scott Weiland, foi acusado de dirigir sob a influência de drogas, com o agravante de ter uma condenação prévia, e com uma alegação de que ele recusou-se a uma análise química como exigido por lei.

Numa declaração do advogado Frank Mateljan em Los Angeles, Scott pode enfrentar "pena máxima de um ano de prisão e uma multa de $1000, ou uma pena mínima de oito dias na prisão (pela condenação prévia pela recusa de fazer o teste de drogas). Seu carro também poderia ser apreendido por até 30 dias".

Ele será chamado a depor no tribunal de Los Angeles County. Tudo ocorreu no dia 21 de novembro, quando Scott foi preso ao colidir seu carro enquanto dirigia em uma rodovia de LA.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Equipe Metal CN

Olá pessoal!!!

Bem, algumas vezes ao longo dessa estrada da vida encontramos pessoas fantásticas e algumas dessas têm talentos especiais.

Como vocês já devem ter notado estamos com um banner todo foda aí em cima. Pois é, se não notaram corram no oculista por tudo o que é sagrado nesse mundo. A masterpiece aí em cima é obra de Zara, uma gigantesca amiga minha, dona do cabelo ruivo mais irado que eu conheço, de uma das personalidades mais "cool" e de habilidades antideluvianas quando se trata de mecher com fotos (morram de inveja meros mortais!!!).

Voltando,

Obrigado a você Zara pelo banner e por todos que continuam apoiando o Metal CN.
A demora na parte de atualizações se deu devido à alguns problemas de ordem técnica com o meu computador que andou passando por maus bocados. Mas, we're back in the game baby.

Abraços.

Atenciosamente,

L. Fernando.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Bruce Dickinson: pôster e trecho de filme do cantor


Confira ao final o pôster promocional do filme “Chemical Wedding”, dirigido pelo vocalista do IRON MAIDEN, Bruce Dickinson”.

Como informado anteriormente, a película gira em torno de Aleister Crowley — mago e ocultista da Grã-Bretanha — que reencarna em um tímido professor universitário, Haddo, interpretado por Simon Callow.

O filme será distribuída na Irlanda e Grã-Bretanha pela Warner Bros. O estúdio também está preparando uma estréia surpresa em outros territórios.

“Minha experiência com palco vem, obviamente, do IRON MAIDEN”, disse Dickinson à imprensa britânica recentemente. “Dirigi diversos filmes no passado durante minha carreira Rock ‘N Roll, e gostei muito de dirigir vídeos. Escrever filmes é algo completamente diferente. No passado, escrevi alguns romances cômicos absurdos que até foram bem recebidos. Então, escrever sempre foi algo que me interessou e esta me pareceu uma ótima oportunidade para aprender mais sobre o processo”, reiterou o cantor.

A agência de notícias Reuters disponibilizou uma entrevista com o cantor e trechos inéditos do filme. Para conferir, clique aqui.


Fonte: www.whiplash.net

Vainglory: “Agora somos uma banda de verdade!”


A banda de Heavy Metal VAINGLORY, criada pelo guitarrista virtuoso Corbin King, lançou recentemente seu novo álbum auto-entitulado, sucessor do aclamado álbum de estréia ‘VAINGLORY 2050’, obtendo excelentes reviews na mídia especializada com ênfase no line-up reformulado agora contando com a fenomenal frontwoman Kate French (ex-CHASTAIN), dona certamente de um dos vocais mais poderosos da cena metal, combinado com riffs e solos destruidores de Corbin e Youngblood, o baixo preciso e consistente de Chris Banja e a bateria esmagadora de Dan Lynch. Após contato feito com a simpática vocalista Kate French, a banda gentilmente concordou em fazer uma entrevista para o site Whiplash.net, conduzida por Nelson Arakaki Jr.

Whiplash: Olá Kate, gostaria de agradecer a você, Corbin e todos da banda por esta entrevista. É realmente um prazer poder trazer as informações diretamente de vocês para os fãs no Brasil.

Kate French: Obrigada Nelson!

Whiplash: Eu escutei o novo CD várias vezes (muito obrigado pela cópia autografada) e posso dizer que soa realmente fantástico. Ele possui música de alta qualidade com menção especial das letras, que estão ótimas! Eu notei que foi você quem escreveu todas as letras, sendo algumas em parceria com o Corbin. Pessoalmente você diria que esse aspecto particular ajuda a diferenciar o Vainglory do seu trabalho anterior, permitindo que você expresse uma maior extensão da sua musicalidade e talento?

Kate French: Na verdade eu também toco guitarra e tenho minhas próprias músicas que escrevi não só a letra, mas também a parte instrumental. Corbin e eu dividimos os esforços neste CD. Eu estou acostumada a escrever todas as letras das músicas como fiz com o Chastain nos últimos três CDs, mas o Corbin é um compositor incrível e fico muito contente de ter o auxílio de alguém que respeito tanto. Um CD fica muito melhor quando se pode colaborar da maneira como fazemos, e este CD é melhor do que tudo o que eu já fiz antes.

Whiplash: Você e Corbin apareceram na cena metal quando assinaram com o selo independente de David T. Chastain, Leviathan Records nos anos 90, mas somente se conheceram mais tarde em 2003. Como foi que você e Corbin decidiram unir forças?

Kate French: Nós começamos com a Leviathan Records e tínhamos que fazer certas coisas dentro das limitações do selo. Agora nós não temos mais limitações com o novo selo na América, a Rebellion Records U.S. No Brasil estamos com a Encore. Nós nos conhecemos através do próprio David Chastain, que me ofereceu para fazer a audição, em 2003. Eu cantei na demo do Vainglory junto com várias outras e fui escolhida como a que se encaixava melhor na música e o resto é história!

Whiplash: Apesar deste novo CD ser tecnicamente o segundo álbum do Vainglory, a banda se refere a ele como sendo o primeiro. Isto seria uma indicação de que agora é que a banda realmente é o que deveria ter sido desde o início?

Corbin King: Sim, a banda anteriormente era um projeto de estúdio co-formada por David Chastain para a Leviathan Records. A banda agora possui membros que eu escolhi pessoalmente, sendo uma banda de verdade para apresentações ao vivo. Os membros atuais são realmente os mesmos que tocam as músicas, enquanto que os antigos não.

Whiplash: Uma faixa do álbum chamou a minha atenção por ser instrumental, a “Decapitation Attack”. Sua técnica é realmente impressionante, Corbin. Eu prefiro evitar comparações, mas li alguns reviews na mídia citando que o seu estilo seria uma mistura de Yngwie Malmsteen com Dimebag Darrell. Você foi influenciado pela escola neo-clássica?

Corbin King: Eu fui muito influenciado pelo Yngwie. Eu estaria mentindo se dissesse que não. Eu realmente não consigo entender como algum guitarrista deste gênero pode dizer que não é influenciado por ele. Entretanto existem muitas outras influências, caras como James Hetfield, Dave Mustaine, Zakk Wylde, Alex Skolnick, DIME, Jason Becker, Marty Friedman, George Bellas.... Eu absorvi um pouquinho de cada um deles através dos anos. Eu só quero colocar o meu toque nisso tudo. Todo mundo se inspira e aprende com alguém... Nós todos apenas carregamos a tocha do nosso próprio jeito. Eu espero deixar a minha marquinha nas coisas para o mundo do metal!

Whiplash: Youngblood, você toca a guitarra de forma excelente. Você foi aluno do Corbin no passado e então após 10 anos de trabalho duro foi convidado em 2005 para integrar a banda na seção rítmica. Puxa, isso que é reconhecimento! Qual foi a sua reação?

John Michael Youngblood: Bem... Já faz quase 10 anos, ainda não, mas falta muito pouco! Eu na verdade nunca havia pensado nisso ou mesmo esperado que acontecesse. Corbin e eu somos amigos há bastante tempo e foi uma grande surpresa quando tudo isso aconteceu. O Corbin nunca gostou de tocar com outro guitarrista em uma situação de banda. Originalmente nós combinamos que eu tocaria o baixo. Eu teria que aprender os lances do baixo e preencher as lacunas para a banda. Nessa mesma época, de maneira inesperada, o Chris apareceu e acabou preenchendo bem aquela posição. Então eu passei para a guitarra e coisa se desdobrou a medida que continuamos. A partir daí só sei que eu já estava detonando na guitarra aprendendo todas as músicas. Eu estou adorando tudo que tem acontecido e só quero continuar e fazer o melhor que puder pela banda. Estamos realmente trabalhando juntos neste novo CD e acredito que iremos prosperar enquanto banda com este novo álbum.


Whiplash: Chris, antes de ser convidado para o Vainglory em 2005, você foi baixista de uma banda de Death Metal chamada Trichinosis e também tocou no Third Indulgence, ambas bandas menores. Então em 2006 você sai em turnê com o Vainglory e toca no Monterrey Metal Fest III no México, o novo álbum sai nos EUA e em breve também estará no Japão. Como você vê essa evolução na sua carreira?

Chris Banja: Eu aprendi muito durante a minha carreira musical. Aprendi o que é uma banda profissional e o que não é. Estou muito orgulhoso de ser parte do Vainglory e de estar no meu primeiro álbum ‘full-lenght’ lançado mundialmente e no meu primeiro vídeo. O Vainglory tem sido uma aventura e eu tenho viajado bastante e estado em revistas, algo que eu nunca havia feito e do qual me orgulho bastante de fazer parte. Somos como uma família, aceitamos uns aos outros por nossas qualidades e defeitos. Vainglory tem sido um ponto alto na minha carreira e nós continuamos indo mais alto. O futuro está ficando brilhante para a banda enquanto ficamos mais fortes como uma unidade. Eu finalmente estou onde deveria estar.

Whiplash: Dan, você é certamente um músico notável e versátil. Você aprendeu a tocar bateria praticamente sozinho e, além disso, antes de se unir ao Vainglory você era baterista de Jazz!!! Isso é o equivalente a transformar água em vinho! Como você resolveu partir para o bom e velho lado negro?

Dan Lynch: Eu acabei partindo para outros estilos meio que naturalmente. Eu fiquei atraído pelo som mais pesado. Adoro a combinação de uma guitarra pesada com a bateria... realmente acaba sendo assim. Eles são complementos. Não tem como ter aquela batida ‘double bass’ acelerada sem as guitarras detonando junto, entendeu? Não teria como indicar um dia específico ou hora que me tornei o que sou agora... tudo apenas aconteceu naturalmente. Eu adoro música, bateria e guitarras tocando metal. Eu só quero é espancar e extrair o máximo da minha bateria e incrementar a música da melhor forma que eu puder. Eu não sou um doutor na música ou nada do tipo, mas eu sei o que funciona... Eu conheço minha bateria... e eu sei como pegar o que está na minha cabeça e botar pra fora na gravação, e é isso o que importa!

Whiplash: Em 16 de Junho, o Vainglory foi co-headliner com a Doro no FLIGHT OF THE VALKYRIES, que é um festival dedicado às bandas de Heavy Metal comandadas por uma frontwoman. Conte-nos como foi e qual a sua visão da cena metal nos EUA hoje em comparação com a Europa.

Kate French: Sim, nós nos divertimos muito no Flight of the Valkyries e ficamos honrados de sermos convidados para tocar com Doro Pesch. A cena metal na Europa é bem diferente dos EUA uma vez que eles nunca viram o movimento grunge como nós vimos. O Vainglory está preenchendo o espaço entre o que realmente é o metal e modernizando-o. Tem um monte de bandas pop com guitarras pesadas ou bandas de death metal classificadas como metal... mas muito poucas bandas verdadeiramente fazendo o que é METAL. Nós somos metal, da bateria às guitarras e vocais... Vainglory é METAL!

Whiplash: Fala sobre o website oficial da banda para que os fãs Brasileiros de metal possam conhecer um pouco mais o VAINGLORY e ouvir algumas das faixas do novo CD.

Kate French: É www.vainglorymetal.com e você pode ouvir 30 segundos de cada música do CD na seção de músicas. Tem um monte de fotos legais e mais informação sobre a banda e o que estamos fazendo. Vão lá conferir!

Whiplash: Kate, eu peço que deixe a sua mensagem aos fãs Brasileiros que tem apreciado seu trabalho desde os tempos do Chastain e que agora estão descobrindo e curtindo o som do novo Vainglory.

Kate French: Eu quero agradecer a todos por lerem esta entrevista e terem conferido o novo Vainglory e meus CDs anteriores com o Chastain. Estou muito honrada em saber que o que fiz está influenciando outras pessoas e dando força para que continuem seguindo adiante nessa coisa louca chamada vida!! Espero ver todos vocês nas turnês! Desejo a todos uma vida saudável e feliz!! Um grande abraço (;!

Whiplash: Kate, Corbin, John, Chris e Dan, muito obrigado pela entrevista. Desejo a todos o que há de melhor!