domingo, 3 de fevereiro de 2008

Iron Maiden : entrevista com Bruce em site indiano



Os shows do Iron Maiden são caracterizados por energia, vibração e volume. Qual o segredo da banda para shows tão enérgicos?

"Bem, na verdade é um equilíbrio delicado, já que o show tem que essencialmente focar na música, e não em um monte de fogos e luzes. Sim, nós fazemos um espetáculo; acho que isso vem da antiga mentalidade teatral de mandar a audiência pra casa feliz e meio que boquiaberta com o que viram".

"Uma coisa que eu não suporto é ver artistas tocando música altamente energética e simplesmente olhando para seus sapatos. Não faz sentido pra mim. Mas nós sempre nos certificamos de não ir muito longe e deixar que o show seja mais importante que nós; nós nunca deixamos a atenção do público longe da banda por muito tempo. O show nunca deve ser maior do que o artista que está se apresentando, isso prejudica a experiência musical. Eu não quero me apresentar para uma audiência que está olhando para uma tela de TV ou alguns fogos de artifício".

Como vocês superam conflitos de criatividade quando estão compondo?

"Nós não temos muitos conflitos. Até mesmo os guitarristas resolvem a maioria das coisas entre si mesmos, e não há ego entre eles. O processo de composição é bem democrático também, no qual todos nós nos reunimos algumas semanas antes de ir para o estúdio e gravar um álbum novo. Nós ouvimos as idéias de cada um dos outros e então juntamos todas as partes para chegar ao resultado final".

Essa é sua segunda visita à India. O que o fascina sobre o país?

"A Índia é um lugar enorme, então como nós simplesmente não podemos fazer uma grande turnê pelo país, nós queríamos voltar o mais rápido possível. É simples, se nós tocamos em um país que ama nossa música, nós vamos voltar. A Índia é um lugar ativo e vibrante, e apesar de ser um pouco chocante quando você entra em uma cultura completamente diferente, eu achei o lugar muito amigável e o povo muito respeitoso".

Max e Igor Cavalera falam sobre Cavalera Conspiracy



"O CAVALERA CONSPIRACY está a um passo de ser solto", diz o vocalista/guitarrista Max Cavalera (SOUFLY, ex-SEPULTURA). "Você prende um monstro por dez anos e depois o solta. É explosivo, e nós esperamos um longo tempo para que esse monstro fosse solto".

É verdade. A espera acabou. E a hora é agora. Muitos disseram que nunca aconteceria, que Max e Igor Cavalera, os irmãos brasileiros e visionários que formaram a banda Metal revelação SEPULTURA em 1983, não se reuniriam para fazer música eletrizante juntos novamente. Apesar de terem passado 12 anos separados, o fato inevitável permanece: Max e Igor compartilham sangue e são almas gêmeas musicais. O tempo separados alimentou o crescimento musical, levando à mágica metálica inspirada no novo. Logo, o CAVALERA CONSPIRACY nasceu. Enquanto o CAVALERA CONSPIRACY e seu debut pela Roadrunner Records, "Inflikted", pode parecer o mais próximo que chegaremos de uma reunião do SEPULTURA, não se engane. O CAVALERA CONSPIRACY é um monstro maníaco e indomável por si só, com suas próprias regras.

Igor resume a conexão musical deles simplesmente dizendo, "Não precisamos falar. Nos olhamos e sabemos. Com um olhar sabemos se estamos indo na direção certa". Essa é a clareza do entendimento deles.

Max continua: "Foram mais de dez anos não se vendo ou falando um com o outro de forma alguma, o que é um tempo longo demais. Isso foi o que tornou a coisa mais especial quando finalmente aconteceu. Enquanto estávamos trabalhando juntos eu ficava pensando sobre a última vez que o vi, eu estava em um ônibus, depois do meu último show com o SEPULTURA na Brixton Academy. E agora eu o pego no aeroporto em Phoenix. Foi pesado e emotivo". Obviamente todos aqueles sentimentos, junto com anos de história musical, vieram à tona e uma vez que a relação pessoal foi restabelecida, a musical começou a tomar forma.

As primeiras sementes da reunião Max/Igor foram plantadas quando o duo tocou junto no show D-Low Memorial, um evento beneficente anual para o enteado assassinado de Max. "Eu estava tocando com Igor em um show que tem muito significado," Max admite. "Nós tocamos 'Roots' e 'Attitude', que é uma música que escrevi com Dana. Daquele ponto em diante não consegui me segurar. Eu sabia que queria gravar com ele de novo. Eu não tive um projeto desde NAILBOMB, o que faz muito tempo. Igor amou a idéia. Sem um nome, eu apenas escrevia músicas o dia todo. Nós tínhamos de encontrar músicos e nos preparar para que pudéssemos compor um disco foda". Igor possui memórias agradáveis semelhantes daquele show e sentimento: "Uma vez que tocamos a primeira nota, era como se uma bomba tivesse caído no palco. Daquele momento em diante eu sabia que precisávamos fazer algo musical juntos".

Igor continua, "Nos reunimos como uma família primeiro. Naturalmente a música veio em seguida. No início não tínhamos idéia de que faríamos música de novo. Eu tenho meu próprio projeto novo e isso toma muito do meu tempo. Eu não tinha planos de voltar a fazer um projeto de Metal. Mas ao mesmo tempo foi natural tocar novamente com Max". Max, por sua vez, compara a situação ao "Poderoso Chefão III", dizendo, "Assim que Al Pacino pensou que estava fora, sua família o trouxe de volta à parada! Foi isso que eu fiz: eu o trouxe de volta".

Os irmãos recrutaram o guitarrista Joe Duplantier, do GOJIRA, para tocar baixo. O guitarrista Marc Rizzo, que toca guitarra na banda principal de Max, SOULFLY, foi convocado para tocar guitarra. A dupla propositalmente escolheu músicos emergentes porque eles não queriam se desviar da música. "Não queríamos grandes nomes," diz Max. "É sobre eu e Igor nos encontrarmos. É sobre a música. Nós encontramos bons músicos sem pretensão que queriam entrar no estúdio e apenas detonar."

Uma vez que a gravação se iniciou, Max trouxe um punhado de músicas que ele escreveu. A de abertura, "Inflikted", é um hino premente e Thrash feito para os moshpits mais violentos, enquanto "Sanctuary" tem um toque clássico da era "Beneath the Remains" do SEPULTURA. Max diz, "Eu trouxe as faixas para os estúdio sem a fúria. Igor colocou sua 'batera de trovão' em cima e elas viraram algo diferente!" Apesar de Igor ter saído do SEPULTURA e estar trabalhando em seu projeto de música eletrônica, aquele sentimento familiar correu em suas veias quando ele sentou para gravar a bateria. "Não tínhamos pressão sobre nós. A coisa mais importante é que estávamos felizes no estúdio; nós trabalhamos bastante e foi muito divertido. Isso se traduz em música," diz Igor.

Quando o disco estava terminado, Max sabia que eles haviam recapturado a mágica. "Meu irmão faz a bateria soar como trovão como ninguém. Não são muitos músicos que pegam as baquetas e mudam o som e personalidade da bateria, mas ele consegue. É de amedrontar." Enquanto as comparações com SOULFLY e SEPULTURA irão indubitavelmente surgir, ambos os irmãos afirmam que o CAVALERA CONSPIRACY é diferente porque seus gostos e influências cresceram ao longo dos anos. Há menos nuances world em "Inflikted", mas ele é tão perigoso quanto os outros, graças à atitude "foda-se tudo". "Por que eu tenho ânsia de vômito quando escuto isto? Eu não quero saber", diz Max.

De acordo com Igor, o equilíbrio entre velho e novo em "Inflikted" é o que ele adora, e ele acha que os metaleiros ao redor do mundo terão a mesma visão. "Quando eu escuto o disco, ele soa old-school, mas novo de uma maneira própria," diz ele. "É uma mistura de ambos os mundos. Nós escutamos muita coisa diferentes durante o tempo separados. Aqui, cada um de nós teve sua contribuição, então ele saiu diferente do que fazíamos antes."

Resumindo a química pessoal, que é palpável na explosiva "Ultra-Violent", "Bloodbrawl", e no ataque über-thrash "Terrorize" (antiga "Holy Poison"), Max diz, "Eu sou louco. Eu costumava beber. Eu falo. Ele é quieto. Ele nunca bebeu antes. É essa combinação estranha que se torna letal junta. Ou você ama ou odeia, mas não pode ignorar. Somos como uma bomba".

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Matt Barlow de volta ao Iced Earth


Jon Schaffer anunciou no site oficial do ICED EARTH a volta de Matt Barlow à banda, substituindo Tim "Ripper" Owens.

O comunicado oficial segue abaixo:

"Olá, queridos amigos!

Novamente os ventos da mudança sopram sobre nós, e desta vez posso dizer que estou muito feliz com o resultado. Durante a tour pela Europa tive várias conversas com muitos fãs leais do ICED EARTH. Um assunto comum nestas discussões foi sobre o quanto Matt fazia falta. Eu concordo com os fãs que as coisas já não eram mais as mesmas e que aquele foi um período muito especial na história do ICED EARTH.

Quando soube, alguns meses atrás, que Matt estaria envolvido em um projeto musical novamente, pensei em falar com ele e saber quais eram as suas intenções. Não fiz isso de imediato porque estava focado na composição de um novo épico e, sinceramente, parecia bom demais para ser verdade.

Depois de voltar à estrada e falar com muitos de vocês diretamente, decidi ligar para Matt, saber como ele estava, e se estava interessado em trabalhar conosco novamente. Tenho orgulho de dizer que ele está de volta ao ICED EARTH e que estará de volta aos estúdios muito em breve.

Matt cantará na segunda parte do CD conceitual "Something Wicked" e esperamos sair em tour e fazer uma série de shows do mesmo nível dos melhores da história da banda. E haverá gravações para um DVD cobrindo este período, algo que sempre esperamos.

Quero que todos saibam que foram vocês os responsáveis por tornar isto realidade. Tenho sentido falta da presença de Matt no palco e na minha vida pessoal pelos últimos anos, então agradeço a vocês por sua honestidade nas nossas conversas. Elas me ajudaram na decisão de levar isso adiante. Os fãs pediram e nós atendemos!

Vocês, fãs de verdade, sabem que vou direto ao ponto, falo o que penso e penso o que falo. Saibam que valorizo muito a sua opinião, e acreditem que esta foi uma decisão que veio do coração e foi motivada por nada além do que sentimos ser o melhor para o ICED EARTH. As coisas sempre foram tratadas desta forma, fossem boas ou ruins, mas sempre com honestidade e do coração.

Tim Owens é um maravilhoso e talentoso vocalista e eu desejo a ele o melhor em seu futuro pessoal e profissional.

Haverão mais novidades em breve sobre o desenrolar disto e os planos para o futuro. Isto irá atrasar um pouco a segunda parte do CD. Não porque não estejamos prontos para gravar no prazo previsto, mas devido a novidades que chegarão à família de Matt no início de 2008!

Estou muito orgulhoso em informar que o ICED EARTH está realmente DE VOLTA!

Tenham um ótimo final de ano.

Aguardem mais detalhes muito em breve.

Jon Schaffer"

Cradle Of Filth: "transitamos entre dois gêneros"


No gênero do Dark Metal, o CRADLE OF FILTH já se tornou um nome extremamente forte e, aos poucos, o grupo esteve se infiltrando em todo o resto do mundo do Rock. A revista Metal Hammer os definiu como a banda britânica mais bem sucedida de "British Metal" desde o IRON MAIDEN, e seu álbum de 2004, "Nymphetamine", foi indicado para um Grammy.

Formado em 1991, o CRADLE OF FILTH criou sua marca registrada ao colocar ritmos bastante pesados sobre arranjos orquestrados e também ao adicionar vozes femininas angelicais em contraste com os vocais baixos, gritos e grunhidos do vocalista Dani Filth.

Filth e seus companheiros de banda - os guitarristas Paul Allender, Charles Hedger, o baixista David Pybus, a cantora de apoio Sarah Jezebel Deva, e a tecladista e o baterista contratados Rosie Smith e Martin Skaroupka- entrelaçaram as duas características ainda mais no "Thornography" (Roadrunner). Eles estão atualmente atravessando os Estados Unidos, na tour "Viva La Band", com o GWAR, CKY e o VAINS OF JENNA.

Filth esteve cercado por música desde seus tempos de infância, já que seu pai era um ávido colecionador de discos. Ele chegou a tocar violino, mas nunca se sentiu competente para tal, então, Filth largou o instrumento quando ainda estava no colégio.

"Meus amigos na escola curtiam Metal e quando eu comecei a conhecer o estilo, disse pra mim mesmo 'wow! Tenho toda uma nova área a ser descoberta!'. Ele se encaixava com as coisas que eu gostava, como filmes de terror e literatura, tudo conectado", disse Filth.

Aos 14 anos, ele começou a cantar em bandas na escola. Depois de encontrar músicos com interesses similares, ele formou o CRADLE OF FILTH, deixando de lado seus planos relativos ao colégio e à carreira de jornalista, e mergulhando de vez na música.

A namorada de Filth (atualmente sua esposa) tinha dois empregos, de forma que ele pôde dedicar-se integralmente ao CRADLE OF FILTH. "Estamos em algum lugar próximo ao topo, eu espero", Filth comentou a respeito do espaço que o CRADLE OF FILTH ocupa no cenário musical atual. "Eu gosto de pensar que, como banda, nós transitamos entre dois gêneros diferentes, e unimos dois tipos diferentes de pessoas, tal como o Iron Maiden e o Misfits fazem. Eu acho muito legal que alguém possa ouvir uma banda que não seja exclusivamente uma coisa ou outra".

As músicas estão, normalmente, quase completas, quando Filth escreve suas letras. Ele acha sua inspiração nos filmes de terror (principalmente os góticos, e não tanto os mais violentos e 'gore'), literatura e na região da Inglaterra em que vive, que tem reputação de ser mal assombrada. E, diferente de algumas bandas que fazem um estilo parecido com o do Cradle, o humor nunca tem vez.

"Eu acho que nós podemos estar cometendo um erro por sermos ligeiramente sarcásticos pois somos pessoas de carne e osso e o sarcasmo inglês é natural. Mas humor não entra nas letras. Qualquer artista pode se expressar à parte de sua produção artística e não é tudo tão complicado conosco, é nossa válvula de escape. Nós temos aquilo que fazemos, e estamos felizes com isso", disse Filth.

Bruce Kulick: “saudades de tocar com o Kiss”


O guitarrista Bruce Kulick concedeu com exclusividade uma breve entrevista antes de subir ao palco do Ópera 1, em Curitiba, para executar clássicos de toda a carreira do KISS. Mesmo sem muito tempo, o músico foi atencioso e opinou sobre o público brasileiro, a banda que acompanhou nos shows que realizou no país e afirmou que gostaria de voltar ao grupo de Gene Simmons e Paul Stanley.

Como foi a turnê brasileira?

Bruce Kulick: "Foi bem legal. É divertido tocar longe de casa e ver que existem fãs apaixonados. O Brasil é um país que tem um sentimento diferente".

Gostaria de voltar a tocar com o Kiss?

Bruce Kulick: "Eu sinto saudades de tocar com o Kiss, mas não posso ficar esperando o telefone tocar. A época foi muito boa. No festival 'Monsters of Rock', que participamos no Brasil, foi muito bacana. O show está marcado na nossa carreira. Não sei quando pode acontecer. Eles estão felizes com a formação atual".

Qual sua opinião sobre o fato de o KISS voltar a usar as mesmas maquiagens com integrantes diferentes?

Bruce Kulick: "Eles precisam tocar com as maquiagens por causa dos fãs. É o jeito que encontraram para satisfazer a vontade que público tem de ver a banda como era no início".

Qual o disco do KISS com sua participação você mais gosta?

Bruce Kulick: "É o 'Revenge'. Tem grandes canções e é muito bem tocado. Todos os álbuns são importantes, mas o 'Revenge' tem um ótimo som e demonstrou uma evolução".

Como está o trabalho paralelo (ESP) com o baterista Eric Singer?

Bruce Kulick: "Gosto muito do nosso projeto. Vamos continuar tocando juntos. Nossa agenda tem shows marcados".

O que você achou da banda (Mundo Cao) que esteve ao seu lado na turnê brasileira?

Bruce Kulick: "Os integrantes são bem afinados. Gostei dos arranjos que fizeram para as músicas do Kiss. O resultado foi bom. Tivemos pouco tempo para ensaiar".

O KissKillers.Oficial publicou fotos das apresentações de Bruce no Brasil, confira no link abaixo:

http://kisskillers.oficial.sites.uol.com.br/kulickbrasil.html

Entrevista por: André Molina
Fonte: www.whiplash.net

Scott Weiland poderá pegar um ano de prisão


Segundo a TMZ.com, o frontman do VELVET REVOLVER, Scott Weiland, foi acusado de dirigir sob a influência de drogas, com o agravante de ter uma condenação prévia, e com uma alegação de que ele recusou-se a uma análise química como exigido por lei.

Numa declaração do advogado Frank Mateljan em Los Angeles, Scott pode enfrentar "pena máxima de um ano de prisão e uma multa de $1000, ou uma pena mínima de oito dias na prisão (pela condenação prévia pela recusa de fazer o teste de drogas). Seu carro também poderia ser apreendido por até 30 dias".

Ele será chamado a depor no tribunal de Los Angeles County. Tudo ocorreu no dia 21 de novembro, quando Scott foi preso ao colidir seu carro enquanto dirigia em uma rodovia de LA.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Equipe Metal CN

Olá pessoal!!!

Bem, algumas vezes ao longo dessa estrada da vida encontramos pessoas fantásticas e algumas dessas têm talentos especiais.

Como vocês já devem ter notado estamos com um banner todo foda aí em cima. Pois é, se não notaram corram no oculista por tudo o que é sagrado nesse mundo. A masterpiece aí em cima é obra de Zara, uma gigantesca amiga minha, dona do cabelo ruivo mais irado que eu conheço, de uma das personalidades mais "cool" e de habilidades antideluvianas quando se trata de mecher com fotos (morram de inveja meros mortais!!!).

Voltando,

Obrigado a você Zara pelo banner e por todos que continuam apoiando o Metal CN.
A demora na parte de atualizações se deu devido à alguns problemas de ordem técnica com o meu computador que andou passando por maus bocados. Mas, we're back in the game baby.

Abraços.

Atenciosamente,

L. Fernando.