domingo, 29 de julho de 2007

Paul Stanley sofre problema cardíaco, mas Kiss prossegue show!

Segue matéria traduzido/adaptada a partir de texto original publicado no www.kissonline.com.

Na última noite, uma extraordinária página foi escrita na KISSTORY. No cassino Soboba em San Jacinto, Califórnia, ultima parada da banda na "Hit & Run" Mini Tour, o KISS tocou pela primeira vez como um trio. Imediatamente depois da passagem de som, Paul Stanley se sentiu mal de repente, e mais tarde foi verificado que ele sofrera um "problema cardiaco".

Assim que ficou determinado pela equipe médica que Paul não poderia tocar, houve conversa sobre o cancelamento do show. Foi então que Paul mesmo insistiu para que a banda tocasse sem ele, pois tinha consciência de que os fãs haviam viajado longas distâncias para ver o show e não seria por causa de um indíviduo que não iam poder ver o concerto.

O empresário da banda, Doc McGee, foi ao palco para anunciar que Paul estava doente e impossibilitado de tocar, mas Gene queria falar com os fãs. Gene perguntou ao público se eles gostariam de ter ele, Tommy e Eric tocando. A multidão respondeu em coro "Yes, Yes, Yes". Com isso, Gene anunciou que o show seria um tributo à “Melhor Voz no Rock and Roll - O Deus do Rock Paul Stanley”.

Com Paul a caminho do Hospital - Gene, Tommy e Eric tocaram com o coração em honra ao seu grande lider. Em um momento emocionante, Gene falou para o público que desde que era criança era filho único, mas teve um irmão - "Paul Stanley" - Para tocar ‘Christine Sixteen' foram convidados onze fãs para o palco.

O trio executou uma set cheio de clássicos e raridades. Confira abaixo:

01. Deuce
02. Cold Gin
03. Calling Dr. Love
04. (Long Pause) Christeen Sixteen
05. Nothin' to Lose (w/ Eric Singer on vocals)
06. I Love it Loud
07. Goin' Blind
08. Watchin' You
09. She
10. Parasite
11. God of Thunder
12. Let Me Go, Rock 'N Roll
13. Black Diamond (w/ Eric Singer on vocals)
14. Rock and Roll All Night

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Revista elege "Vinte Discos Mais Barulhentos"

A revista de Rock britânica "Q" listou "Os vinte discos mais barulhentos de todos os tempos!", e o vencedor foi o clássico "Fun House", do STOOGES, banda do saudoso e incansável Iggy Pop, seguido do "Reign In Blood", do SLAYER.

Segue a relação das bandas, álbuns e respectivos anos de lançamento:

01 - "Funhouse" - THE STOOGES (1970)
02 - "Reign In Blood" - SLAYER (1986)
03 - "It Takes A Nation Of Millions To Hold Us Back" - PUBLIC ENEMY (1988)
04 - "Psychocandy" - JESUS & MARY CHAIN (1986)
05 - "Songs About Fucking" - BIG BLACK (1987)
06 - "Live At Leeds" - THE WHO (1970)
07 - "Scum" - NAPALM DEATH (1987)
08 - "Isn’t Anything - MY BLOODY VALENTINE (1988)
09 - "The Future Of War" - ATARI TEENAGE RIOT (1997)
10 - "Never Mind The Bollocks" - SEX PISTOLS (1977)
11 - "Arc Weld" - NEIL YOUNG (1991)
12 - "Led Zeppelin I" - LED ZEPPELIN (1969)
13 - "No Sleep Til Hammersmith" - MOTÖRHEAD (1981)
14 - "Prayers On Fire" - THE BIRTHDAY PARTY (1981)
15 - "Damaged" - BLACK FLAG (1981)
16 - "I Care Because You Do" - APHEX TWIN (1995)
17 - "Are You Experienced?" - JIMI HENDRIX (1967)
18 - "White" - Sunno (2006)
19 - "Back In Black" - AC/DC (1980)
20 - "White Light/White Heat - VELVET UNDERGROUND (1967)


Confira alguns comentários e vídeos no link abaixo!
http://news.q4music.com/2007/06/the_20_loudest_albums_of_all_t.html

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Mustaine: “Músicos devem ficar longe da política?”

Shawn Macomber do The American Spectator conduziu, recentemente, uma entrevista com Dave Mustaine, líder do MEGADETH.


Sobre as Nações Unidas:

"Tenho certeza de que as Nações Unidas fazem coisas boas. Quero dizer, eles têm algumas das mais belas mulheres do mundo empurrando arroz em Darfur. Mas essa é a ironia de tudo isso. Eles mandam aqueles C130s para lá cheios de mantimentos, largam e... os rebeldes pegam. Eles deveriam entregar do jeito que deveriam entregar. Quanto bem eles fazem quando vai para os maus? E também há as alegações de mulheres e crianças sendo estupradas pelos pacifistas na África - na primeira vez que isso acontece é um crime, na segunda vez isso já é uma imitação terrivelmente degradante."

"Por que é que o Michael Moore não faz uma devassa na ONU? Quando vejo a Síria no Conselho de Segurança [em 2002-2003] devo me sentir seguro? Isso é loucura... Eles simplesmente confiam na UNICEF, essa coisa boa que eles estão fazendo, para encobrir todas as coisas que eles não estão fazendo, para resguarda-los das opiniões contrárias. Não estou impressionado. Por quanto tempo eles ficarão sentados assistindo o Hezbollah bombardeando Katyusha em Israel a partir do Líbano? Esta é uma pergunta que eu gostaria que fosse respondida."

Sobre músicos tornando públicas seus pontos de vista políticos:

"As pessoas dizem que os músicos deveriam ficar longe da política, e eu concordo. Mas eu também sou um cidadão. Eu amo o meu país. Quando fui enviado para a cobertura da Convenção Democrática Nacional [1992] para a MTV eu andei como um americano respeitável que, casualmente, estava no mundo da música em vez de alguns desses idiotas com uma camiseta dizendo 'F--a-se o Nosso Presidente.'

"Em vários sentidos isso não importa. Nem dá pra dizer quão condescendente John Kerry me olhou quando fui entrevista-lo na convenção em 1992 ou como Oliver Stone me tratou. Eu pensei, 'Quer saber de uma coisa? Não se deixe enganar pelo cabelo, caras.'"

Sobre a atual abordagem das letras do MEGADETH:

"Tive companheiros de gravadora quando eu estava na Capitol, como o POISON, que tinham músicas tipo 'Talk Dirty To Me' [Fale Sacanagem Comigo]. Isso nunca me chamou muito a atenção. Eu queria fazer algo que era um pouco mais profundo, mesmo que não quisesse realmente um bando de acusadores na primeira fila."


Traduzido de: www.spectator.org

------------------------------------------------------

Pessoal, nós do Metal CN, estamos aqui para comunicar que qualquer sugestão, dicas, curiosidades ou dúvidas sobre bandas e/ou discografias podem mandar e-mails para:

metalcn_louder@yahoo.com.br

E os seus e-mails serão prontamente respondidos.

Atenciosamente,


Equipe Metal CN.

Stay Heavy!

quarta-feira, 18 de julho de 2007

AC/DC: "Há um CD e uma turnê sendo preparados!"

A "Classic Rock Cares" é um coletivo encabeçado por Brian Johnson e seu colega de banda no AC/DC, o baixista Cliff Williams, juntamente com o guitarrista Mark Farner (GRAND FUNK RAILROAD), Joe Lynn Turner (DEEP PURPLE) e o baterista da JOHN ENTWISTLE BAND, Steve Luongo, que é o membro fundador e diretor executivo. De acordo com Johnson, 59, há poucas causas mais dignas do que essa.

E a DailyRecords.com soltou uma reportagem sobre o projeto, cujos trechos seguem abaixo:

"Quando você não tem nada, não tem nada. Não estamos falando apenas de dinheiro. Estamos falando de orgulho e auto-estima. Estar em uma banda dá aos caras um senso de propósito. É maravilhoso quando você está encontrando-se com caras, aprendendo novas músicas ao invés de se meter em confusão. Além disso, é legal. E as garotas começam a te procurar", diz Brian Johnson, explicando as razões pelas quais acredita piamente no projeto.

Um outro motivo é que todo o dinheiro vai para aqueles que realmente interessam. "Não há um grande escritório com 20 pessoas por onde passa o dinheiro".

Mas não é segredo que a grande isca da turnê é a chance de ver Johnson e Willians, já que há cinco anos o AC/DC não põe o pé na estrada. Johnson promete aos fãs do estilo hard-rock que não ficarão desapontados, pois o show inclui algumas músicas favoritas do AC/DC além de "quatro ou cinco canções novas".

"Nós estamos definitivamente tocando AC/DC, e tentando trazer novas coisas quando possível", ele diz. "Nós queremos dar às pessoas algo para agradecer sua vinda. Queremos provar que estamos nos esforçando. Não cantava com tanta emoção há cinco anos e meio".

Então, isso significa o prenúncio de um novo projeto completo do AC/DC para breve? "Malcolm e Angus (Young, os irmãos que são co-fundadores e principais compositores) estão no estúdio", diz. "Há um álbum sendo preparado e uma turnê, também, eu acho. Os caras estão trabalhando em algo especial, e não querem apenas fazer mais um álbum", finalizou.

sábado, 14 de julho de 2007

Kirk Hammet do Metallica: "Novo álbum é o elo entre o "And Justice" e o Black Album.

Por Metal CN:

Na passagem do Metallica pela Noruega como parte da turnê "Sick of the Studio", a emissora de televisão VG-TV realizou uma entrevista com Kirk Hammett. Seguem alguns trechos em que ele comenta sobre o novo álbum.

VG-TV: A turnê se chama "Sick of the Studio" ("Cansado do Estúdio", em tradução livre). Mas vocês estão realmente cansados do estúdio? Como vão as gravações?

Kirk: Sabe, eu não diria que nós estamos cansados do estúdio. É mais que nós precisávamos de um nome para a turnê e isto soou bem sarcástico e engraçado ao mesmo tempo, então nós a chamamos de "Sick of the Studio". Mas as coisas estão indo bem no estúdio. Nós terminamos a maior parte das baterias e está tudo indo muito bem. Nós estamos trabalhando com Rick Rubin, o que definitivamente é diferente de trabalhar com Bob Rock. Nós estamos trabalhando em 14 músicas com a idéia de colocarmos no álbum talvez 9 ou 10. Tudo depende se vamos pegar as músicas mais curtas ou mais longas, mas quero dizer, nós temos algumas músicas bem longas, então vamos ver como vai ficar.

VG-TV: O que os fãs podem esperar do novo álbum?

Kirk: Bem, é bem complicado e difícil descrevê-lo neste momento. Eu diria, se eu tivesse que comparar com nosso material antigo, ele está em algum lugar entre o "...And Justice for All" e o álbum preto. É meio que o elo perdido entre estes dois álbuns, pois há muitas músicas que são bem progressivas e muitas músicas que têm um toque melódico nelas, como o álbum preto. E sim, têm solos de guitarra por toda parte. Nós não gravamos no QG desta vez, nós estamos gravando em Los Angeles em alguns estúdios diferentes, então o som propriamente dito será um pouco diferente. Mas, sabe, ainda é cedo demais para dar uma boa descrição de como ele será.

VG-TV: Quando estão tocando com o novo baixista, Robert Trujillo, vocês têm tocado algumas coisas funkeadas. Como isto influencia as novas músicas no novo álbum?

Kirk: Você sabe que o Rob pode liberar o funk quando ele quer, mas ele também pode liberar o metal quando ele quer, e ele tem um aspecto meio que progressivo em suas músicas. Muitas coisas que o Rob escreve, ou tem escrito para a banda, têm sido bem progressivas, e nós estamos meio que "Sim! Isto é muito, muito bom", isto dá às músicas um pouco de nota no quesito de, sabe, habilidade de tocar e técnica, então ele tem muito a oferecer a banda. Variedade de estilos. Ele ainda não ficou tão funky ainda - mas ele definitivamente tem isto nele.

VG-TV: Qual é a inspiração das novas músicas e do novo álbum?

Kirk: Eu acho que nós estamos mais em paz uns com os outros atualmente, e de novo, ter Rob na banda nos anima mais pois é sangue novo e nós meio que estamos tirando proveito do fato de todos nós estarmos compondo juntos, os quatro escrevendo juntos como um grupo. Sobre o "St. Anger", era quatro de nós, mas Bob Rock estava tocando baixo. É bom ter um baixista em tempo integral atualmente, com Rob trabalhando em período integral e tê-lo a bordo para toda a experiência. É muito inspirador só de sair de todo o período do "St. Anger", que foi bem difícil para nós três. Eu estou feliz em dizer que é bom ter deixado tudo isso para trás, nós nos sentimos como a banda que éramos nos anos 80, sabe.

Mais informações sobre as notícias: www.metalremains.com

------------------------------------------------------------------------------------------------

Dicas de CDs do Mês pela Equipe Metal CN:

Caio Wildchild: Kalmah - Swampsong [2003]
Lucas Wylde: Forgive Me Not - Forgive Me Not [2006]
Roberto Bostaph: Scorpions - Humanity: Hour 1 [2007]
Nando: Dimmu Borgir - In Sorti Diaboli [2007]

domingo, 17 de junho de 2007

Entrevistas: Metal CN entrevista um incrível fã do Kiss e da música Internacional!

Matéria por: José Roberto
Entrevistado: Flávio

Metal CN: Flávio, pra começar o nosso papo, queria que você se apresentasse aos nossos leitores.

Flávio: Ok. Sou Flávio Bezerra, mas podem me chamar de FlaKiss (risos) tenho 40 anos, sou professor de inglês.

Metal CN: Como foi o s primeiro contato como rock?

Flávio: Bom, foi em 1981. Já faz um tempinho né? Naquela época não existia MTV, revistas especializadas em música do gênero e nem as rádios daqui tocavam nada de rock. Então um amigo meu de infância, Denis, recebeu umas fitas de uma correspondente que ele tinha de Santa Catarina. Dentre as bandas gravadas nessas fitas tínhamos: Queen, Led Zeppelin, Beatles, Black Sabbath, AC/DC, The Who, KISS... entre outras.

Metal CN: Mais ou menos com que idade você percebeu que essa paixão não tinha cura, e que iria acompanha-lo por toda a vida?

Flávio: No ano seguinte, 1982, aos 16 anos.

Metal CN: Você consegue dizer em que momento você se transformou de um fã normal de musica em um colecionador?

Flávio: Isso foi uma coisa gradativa, aos poucos eu ia comprando, me interessando em ler a respeito das bandas que gostava, juntando uma coisa aqui, outra ali... de repente já tinha recolhido muito material.

Metal CN: Qual o tamanho da sua coleção?

Flávio: Devo ter uns 500 vinis, a mesma quantidade em CDs e agora depois da internet, fica impossível calcular o tanto de material que já consegui por download.

Como to me saindo nas respostas??? (risos)

Metal CN : Muito bem (risos). Além do Kiss de que outros grupos você possui mais material?

Flávio: A maioria das primeiras bandas que comecei a ouvir, eu tentava conseguir o máximo de material possível. Com o Kiss eu me dediquei mais. Mas possuo vasto material de bandas como: Led Zeppelin, Black Sabbath, Rolling Stones, Rush, Neil Young...

Metal CN: Você sabe dizer por qual motivo virou um fã tão dedicado ao Kiss? Como foi que a banda te conquistou dessa maneira?

Flávio: Ser Fã do KISS (falo Fã com F "maiúsculo") é uma coisa que te pega de supetão... não há uma explicação plausível. Na verdade fui fã primeiro do Led Zeppelin, o KISS foi um ano depois, na época do primeiro show deles aqui no Brasil, em 1983. De repente eu estava fuçando tudo que era disponível na época a procura de material deles. Garanto que o ano de 1983 foi o despertar do KISS em minha vida.

Metal CN: Qual foi o primeiro album que voce comprou, e porque?

Flávio: De Rock foi o Shaved Fish do John Lennon e do KISS foi o solo do Gene Simmons.

Metal CN: Qual item você considera o mais raro da sua coleçao?

Flávio: O item mais raro deve ser um vinil pirata de Neil Young de 1971, que não foi lançado pela gravadora.

Metal CN: O que o rock representa na sua vida?

Flávio: O rock representa minha vida em si... Mas devo confessar que sou muito ligado ao Hard Rock dos anos 70, apesar de escutar de tudo (dentro do estilo). Foi devido ao Rock que me dediquei ao inglês e hoje sou professor de inglês acho que não por acaso (risos)

Metal CN: Se você pudesse indicar 5 discos de bandas diferentes para alguém, o que você indicaria?

Flávio:

1 - Led Zeppelin II – Led Zeppelin

2 - New of the World - Queen

3 - Destroyer - Kiss

4 - Script for a Jester Tear - Marillion)=

5 - Moving Pictures - Rush

Metal CN: Forme uma banda perfeita. (vocal, 2 guitarras, baixo e bateria).

Flávio:

Vocal = Robert Plant

Guitarra = Jimmy Hendrix

Guitarra = Jimmy Page

Baixo = Geddy Lee (Rush)

Bateria = Eric Carr (Saudoso baterista do KISS)

Metal CN: Uma pessoa no cenário do rock que você admira e por que?

Flávio: O único e inesquecível John Lennon, por tudo que foi a vida dele. Lutou pelo que acreditava, sem barreiras em suas letras.

Metal CN: Qual sua opinião sobre o cenário da música pesada nacional?

Flávio: Nada a declarar, porque não posso opinar sobre o que não conheço.

Metal CN: Flávio, muito obrigado pelo papo, valeu por ter aceito participar do Metal CN, e que tudo dê certo na sua vida.

Flávio: Obrigado a vocês e LONG LIVE ROCK AND ROLL!!!

domingo, 3 de junho de 2007

CN Rock Fest!

Matéria por: Luiz Fernando
Fotos por: José Roberto

Local: AABB
21:00 Hrs.

No dia 02/06 a AABB tremeu totalmente devido à bandas como Seu Ernesto, Noscopia, Neurofonia e Frost. A LEMAR Produções, uma iniciativa de quatro jovens juntamente com Raul (professor de biologia nas horas vagas e fã de Wolverine em tempo integral) promoveu este evento de caráter inusitado para nossa região. Uma noite inteira de Hip Hop, Hardcore, Mamonas Assassinas e muito mais. O evento abriu com a banda Seu Ernesto, dona de uma incrível performance que conseguiu levantar geral a galera, dando destaque para o guitarrista Carlinhos. No segundo momento fomos presenteados com o mais puro e cru Hard Core da banda Noscopia que tocou várias músicas, inclusive várias próprias dos caras, não dá pra deixar de destacar as guitarras de Samyr e Johnnyson (Pingo), a bateria alucinante de Alan e o vocal rasgado de Kekeu (alguém manda esse cara entrar numa banda de Death caramba! Muito foda!), botaram a casa abaixo fazendo o pessoal curtir pra valer.
Infelizmente a banda Radiola de Ficha não tocou devido à problemas com o vocalista que acabou adoecendo de última hora, o que foi realmente uma pena. Logo em seguida entrou a banda Neurofonia de Bráulio e Enzio que deram um ótimo show, além da gravação de um DVD!!! Não dá pra deixar de destacar a ótima, e segura, guitarra do já citado Enzio e agradecer por terem tocado a imortal e sempre empolgante Smoke On The Water do Deep Purple. A noite encerrou com o Frost de Francis, também donos de uma ótima performance. Esperamos contar com mais eventos assim sempre que possível, só temos a agradecer à LEMAR produções pela fantástica iniciativa!

Stay Heavy!

Confira as fotos do Evento no Link Abaixo!

http://s181.photobucket.com/albums/x185/metalcn/

Comentem!